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Cinquenta Tons de Cinza contado por Christian Grey

Você sempre quis saber a história de Cinquenta Tons de Cinza contada por Christian Grey? Nos também! Por isso propomos um desafio a nossas leitoras: montar um capítulo contado somente por  Grey. Confira abaixo o texto enviado por Natália Izabel.

            Brincando de ser E L James:
                           Cinquenta Tons pela ótica de Christian Grey 

                                                                                        Por Natália Izabel de Palma Artémis.
Christian grey conta a história de 50 tons
... Tem mais alguma coisa que gostaria de acrescentar – pergunto  – Tem alguma coisa que se negue a fazer?

Ana me olha com um misto de assombro e curiosidade, e franze a testa. Uma expressão envergonhada.

- Não sei.
- Como assim, não sabe?

Ela agora adora uma postura rígida. Um tanto quanto desconfortável. Morde o lábio. Hum, isso me provoca, porra.

- Eu nunca fiz nada parecido com isso...

Ana está rubra. A expressão envergonhada. Baixa os olhos.

- Pode me dizer, Anastácia. Precisamos ser sinceros um com o outro, ou isso não vai dar certo. Conte pra mim. – Já bastante ansioso e nervoso também. 

Que diabos ela estaria me escondendo agora?  Apesar de o assunto ser delicado, exige de mim, exatamente aquilo que pouco me apetece, a ausência de controle. Não gosto de expectativas e nem de ansiedades, Anastácia. Como que lendo meus pensamentos, mas mantendo os olhos baixos, finalmente ela responde:

- Bem, eu nunca fiz sexo antes, então não sei. ...

Estou pasmo. Preocupado e incomodamente tenso. Uma mulher linda dessa, e nenhum cara teve coragem de se aproximar. Muito menos de fazê-la perder a cabeça. Boiolas.

- Você é virgem?

Ana fica ainda mais vermelha. Agora fecha os olhos por alguns instantes. Quando volta a abri-los, me olha com raiva, como que me acusando de estar debochando dela.

- Por que não me contou porra? – Esbravejo. 

Qual é? A situação é absolutamente inusitada pra mim, inesperada mesmo. Estou andando de um lado para outro, tentando reassumir o controle da situação, e chega a uma conclusão.

- Venha – Estou parado de frente pra ela. Tentando ainda controlar minhas emoções.
- O que? – Ana tem a voz baixa, e a expressão rígida e brava ainda.
- Vamos resolver esse problema agora mesmo.
- Como assim? Que problema? – Agora tem espanto também.
- O seu, Ana. Vou fazer amor como você, agora. – Ela me olha - Quer dizer, se você quiser. Não quero me meter em encrencas.
- Pensei que você não fizesse amor. Pensei que você fodesse, e com força – Seu tom soava desafiador e arrependido, ao mesmo tempo. 

Ou está preocupada em como se dará o ato, ou por que, talvez, gostasse da situação perigosa que era me desafiar. Está brincando com fogo, Ana.

- Posso abrir uma exceção, ou, talvez, combinar as duas coisas – devolvo o sei lá, o que?  dela. – 

Eu quero muito fazer amor com você. Por favor, venha para a cama comigo. Quero que nosso acordo dê certo; mas você realmente precisa ter alguma ideia de onde está se metendo. Podemos começar o seu treinamento esta noite, com o básico. – pisco 

– Isso não quer dizer que fiquei todo sentimental. Trata-se de um meio, para um fim, mas um fim que eu quero, e espero que você também.

A minha tentativa era ao mesmo tempo convencê-la, mas ao mesmo tempo eu estava sendo convencido de algo que nem eu sabia conceituar. Tinha algo naqueles olhos, naquela inocência, naquelas atitude hora desafiadoras, hora inseguras, que estavam me tornando dependente. Estavam me despertando mais que a vontade de possuir aquela mulher. Eu queria mesmo era guardar ela só pra mim. Intocável  inatingível, inacessível. Já que não tinha pertencido a ninguém antes, que fosse minha somente.

- Mas ainda não fiz tudo que você exige nas suas regras. – Sua respiração estava acelerada pela proximidade do que estava para acontecer.

-Esqueça as regras. Esqueça esses detalhes todos por hoje. Eu quero você. Quis desde que você se estatelou no chão da minha sala, e sei que você me quer. Você não estaria ai sentada calmamente discutindo punições e limites se não quisesse. Por favor, Ana, passe a noite comigo.

Lhe estendo a mão, com os olhos fixos nos dela. Puxo-a de encontro a mim e sinto seu corpo encaixado no meu. Corro lentamente os dedos ao redor de sua nuca, enrosco seu cabelo em meu punho e puxo devagar. Ela me olha.

- Você é uma garota corajosa – sussurro – Estou impressionado.

E como se estivesse apertado o botão de um equipamento transmissor de energia, vejo o efeito do meu gesto estampar no rosto e no corpo de Ana. Beijo sua boca e chupo o lábio inferior.

- Quero morder esse lábio – murmuro junto a sua boca e mordisco cuidadosamente. Ela geme. Sorrio ao ver as defesas de Ana ruindo – Por favor, Ana, deixe eu fazer amor com você.
- Sim! – Finalmente rendida.

Sorrio para ela, satisfeito com a afirmação. Me afasto, pego sua mão e a conduzo pelo apartamento...


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